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Famílias denunciam falta de medicamentos nas farmácias de alto custo na região de Presidente Prudente

<p> <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;s2-g1&period;glbimg&period;com&sol;gqrdV74D3pquR-QZjHGeRPc57wA&equals;&sol;i&period;s3&period;glbimg&period;com&sol;v1&sol;AUTH&lowbar;59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a&sol;internal&lowbar;photos&sol;bs&sol;2020&sol;3&sol;h&sol;bhQjVcQ6CLVpQsN8TUFw&sol;programa-med-casa-1-&period;jpg" &sol;><br &sol;> Famílias enfrentam faltas de medicamento do Alto Custo na região de Presidente Prudente &lpar;SP&rpar;<br &sol;>&NewLine;AI&sol;AME de Presidente Prudente<br &sol;>&NewLine;O uso de medicamentos disponibilizados gratuitamente pelo estado&comma; a partir das farmácias de alto custo&comma; tem sido um desafio para pacientes da região do oeste paulista&period; Isso porque a falta deles prejudica diretamente o tratamento&period;<br &sol;>&NewLine;Em Rancharia &lpar;SP&rpar;&comma; por exemplo&comma; o g1 e a TV TEM noticiaram a falta de quase 70 remédios&comma; em 24 novembro&period; A prefeitura informou ter recebido uma promessa do estado de reposição até 28 de novembro&comma; o que não ocorreu&period;<br &sol;>&NewLine;📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp<br &sol;>&NewLine;Veja os vídeos que estão em alta no g1<br &sol;>&NewLine;Já em Álvares Machado &lpar;SP&rpar;&comma; a prefeitura informou&comma; na terça-feira &lpar;9&rpar;&comma; que estava com 27 medicamentos em falta do componente especializado da assistência farmacêutica&period; O Executivo não disse se havia previsão de receber os itens&period;<br &sol;>&NewLine;A mesma situação é vivida por famílias que moram em Presidente Prudente &lpar;SP&rpar;&period; Ao g1&comma; a advogada Juliana Cristina Braga lamentou a situação que enfrenta com a falta de remédios para o tratamento do filho João Eduardo&comma; de 14 anos&period;<br &sol;>&NewLine;&&num;8220&semi;Eu tenho crises de ansiedade e pensar se vai ter ou não o medicamento me deixa muito tensa&&num;8221&semi;&comma; destaca&period;<br &sol;>&NewLine;Juliana Cristina Braga lamenta a falta de remédios de alto custo para o filho de 14 anos<br &sol;>&NewLine;Juliana Cristina Braga&sol;Arquivo pessoal<br &sol;>&NewLine;João Eduardo tem déficit no crescimento e o medicamento chamado somatropina 12 UI ajuda no tratamento hormonal&period; &&num;8220&semi;Não sentia nada fisicamente&comma; mas ele praticamente não crescia&period; Com 12 anos&comma; ele estava com 1&comma;35 metro&&num;8221&semi;&comma; afirma a mãe&period;<br &sol;>&NewLine;Para 12 anos&comma; a média ideal seria de 138&comma;1 cm a 161&comma;9 cm de altura em meninos&comma; conforme especialistas&period; Diante disso&comma; a família procurou um endocrinologista e João Eduardo começou o tratamento há quase sete meses com remédios de alto custo&period;<br &sol;>&NewLine;&&num;8220&semi;Nesses sete meses&comma; ele já cresceu seis centímetros&period; É de suma importância o medicamento&&num;8221&semi;&comma; reforça Juliana&period; Para o tratamento&comma; o jovem precisa de 13 ampolas por mês&comma; de forma contínua&period;<br &sol;>&NewLine;Entretanto&comma; devido à mudança de transportadora do medicamento&comma; a falta dele é recorrente há&comma; pelo menos&comma; três meses&comma; segundo a mãe&period; Juliana só conseguiu pegar o item no mês passado porque outro paciente fez a devolução do mesmo remédio no período&period;<br &sol;>&NewLine;Se fosse para comprar de forma particular&comma; cada unidade do medicamento custa em média R&dollar; 200&period; Neste caso&comma; para suprir a necessidade da família&comma; seriam necessários em torno de R&dollar; 2&period;600 por mês&period;<br &sol;>&NewLine;Especialista explica<br &sol;>&NewLine;A Somatropina&comma; segundo explica o endocrinologista André Câmara&comma; é &OpenCurlyDoubleQuote;uma forma sintética do hormônio de crescimento &lpar;GH&rpar;” usada principalmente em crianças e adolescentes com deficiência comprovada desse hormônio&period; Também pode ser indicada para adultos com deficiência de GH e para alguns quadros específicos de baixa estatura&comma; como síndrome de Turner&comma; síndrome de Prader-Willi e crianças que nasceram pequenas para a idade gestacional e não recuperaram o crescimento&period;<br &sol;>&NewLine;O medicamento atua estimulando receptores no fígado&comma; nas cartilagens de crescimento e em outros tecidos&comma; aumentando a produção de IGF-1 — substância que impulsiona o crescimento ósseo&comma; melhora a composição corporal e acelera a velocidade de crescimento em quem ainda está em fase de desenvolvimento&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Quando o tratamento é interrompido de forma abrupta em um adolescente que ainda tem cartilagens de crescimento abertas&comma; a consequência principal é queda imediata da velocidade de crescimento&comma; com risco real de perda de parte do potencial de altura final se essa interrupção se prolongar”&comma; alerta o médico&period;<br &sol;>&NewLine;Para o especialista&comma; é essencial reforçar a importância do acompanhamento regular com um endocrinologista&comma; seguir protocolos oficiais e manter rigor na aplicação diária&comma; normalmente à noite e por via subcutânea&period;<br &sol;>&NewLine;Também é necessário fazer rodízio dos locais de aplicação&comma; armazenar corretamente o medicamento e realizar exames periódicos&period; Caso falte o remédio&comma; a orientação é comunicar o médico para replanejar doses e evitar qualquer ajuste por conta própria&period;<br &sol;>&NewLine;O médico conta que&comma; no mercado particular&comma; um frasco de somatropina 12 UI costuma variar de R&dollar; 150 a R&dollar; 350&period; Como muitos adolescentes precisam de vários frascos ao mês&comma; o custo facilmente ultrapassa R&dollar; 1 mil&comma; o que torna o acesso pelo SUS fundamental para garantir continuidade ao tratamento&period;<br &sol;>&NewLine;O que dizem os responsáveis<br &sol;>&NewLine;A Prefeitura de Rancharia informou&comma; na quinta-feira &lpar;4&rpar;&comma; que toda medicação de alto custo é de responsabilidade e distribuição do governo federal&comma; por meio do Sistema Único de Saúde &lpar;SUS&rpar;&period;<br &sol;>&NewLine;&&num;8220&semi;Não cabendo ao município o fornecimento direto desses produtos&period; É recebido mensalmente&comma; sendo que em dezembro houve falta dos itens&&num;8221&semi;&comma; explica&period;<br &sol;>&NewLine;Como o município não recebeu o envio estadual em dezembro&comma; a próxima remessa dos 68 medicamentos em falta deve ser despachada em janeiro de 2026&period;<br &sol;>&NewLine;Em Presidente Prudente&comma; a prefeitura informou que&comma; como os medicamentos são de alto custo&comma; quem responde por eles é o estado&period; Já a Prefeitura de Álvares Machado não deu mais detalhes além dos já citados acima&period;<br &sol;>&NewLine;O g1 também pediu um posicionamento à Secretaria de Estado da Saúde e aguardava retorno até a última atualização desta reportagem&period;<br &sol;>&NewLine;Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região<br &sol;>&NewLine;VÍDEOS&colon; assista às reportagens da TV TEM <br &sol;><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;g1&period;globo&period;com&sol;sp&sol;presidente-prudente-e-regiao&sol;noticia&sol;2025&sol;12&sol;10&sol;familias-denunciam-falta-de-medicamentos-nas-farmacias-de-alto-custo-na-regiao-de-presidente-prudente&period;ghtml" target&equals;"&lowbar;blank">Leia mais<&sol;a><&sol;p>&NewLine;

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