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Motoristas reclamam de buracos, trechos sem asfalto e risco de acidentes na BR-174, em Pacaraima

<p> <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;s2-g1&period;glbimg&period;com&sol;kzCc5oTDI-L7NEaqIHGj-22JjFg&equals;&sol;i&period;s3&period;glbimg&period;com&sol;v1&sol;AUTH&lowbar;59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a&sol;internal&lowbar;photos&sol;bs&sol;2025&sol;o&sol;j&sol;GN6e8lRuGuYyOFSLfuKg&sol;whatsapp-image-2025-12-12-at-08&period;44&period;10&period;jpeg" &sol;><br &sol;> Longo trecho sem asfalto na BR-174&comma; em Pacaraima<br &sol;>&NewLine;Caíque Rodrigues&sol;g1 RR<br &sol;>&NewLine;A situação da BR-174&comma; em Pacaraima&comma; no Norte de Roraima&comma; tem preocupado motoristas e moradores das comunidades próximas à rodovia&period; Buracos profundos&comma; partes sem asfalto e atoleiros na pista tornam a viagem arriscada para quem depende da estrada — que tem 215 km de extensão saindo de Boa Vista e é a única ligação terrestre entre Brasil e Venezuela&period;<br &sol;>&NewLine;O g1 e a Rede Amazônica percorreu a BR-174 de Boa Vista até Pacaraima&comma; município roraimense que fica na fronteira com a Venezuela&period; O trecho mais crítico é o que compreende a comunidade indígena Sorocaima&comma; na Terra Indígena São Marcos&comma; distante 147 km da capital&comma; Boa Vista&period;<br &sol;>&NewLine;A BR-174 é a única ligação por terra entre Roraima e Venezuela&comma; também entre Roraima e o restante de Brasil&period; A falta de infraestrutura na BR-174 é um problema antigo&period; Em 2023&comma; o g1 mostrou que a rodovia tinha trechos sem asfalto&comma; sem acostamento&comma; muitos buracos e atoleiros na pista&period;<br &sol;>&NewLine;O g1 procurou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes &lpar;Dnit&rpar;&comma; responsável pela manutenção da rodovia federal&comma; e aguarda resposta&period;<br &sol;>&NewLine;LEIA TAMBÉM&colon;<br &sol;>&NewLine;Buracos&comma; lama e motoristas com medo&colon; única rodovia que liga RR ao resto do país&comma; BR-174 tem longo trecho com atoleiros<br &sol;>&NewLine;BR-174&colon; única rodovia que liga Roraima ao restante do Brasil tem longos trechos com buracos e expõe motoristas a riscos<br &sol;>&NewLine;Lamaçal no meio da pista&comma; na BR-174&comma; em Pacaraima<br &sol;>&NewLine;Caíque Rodrigues&sol;g1 RR<br &sol;>&NewLine;O eletricista Rone Andrade percorre com frequência as estradas no interior do estado e&comma; segundo ele&comma; a situação da BR-174 é preocupante&period; A situação piora durante a noite&comma; quando a visibilidade reduz ainda mais&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Essa semana já é a segunda vez que estou vindo&period; A estrada tem melhorado em alguns trechos&comma; mas ainda há muitos buracos e a presença de animais na pista&comma; o que é muito perigoso&period; No ano passado&comma; colidi com um animal em uma vicinal&comma; e poderia ter sido muito pior&&num;8221&semi;&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;À noite&comma; evito muito viajar&comma; pois é muito difícil enxergar os buracos e os animais na pista&period; A falta de iluminação é um risco enorme&&num;8221&semi;&comma; contou Rone&period;<br &sol;>&NewLine;Quem também enfrenta os problemas da estrada é Joaquim José Vieira&comma; de Manaus&comma; que está temporariamente em Roraima prestando serviços em comunidades indígenas&period; Para ele&comma; a BR-174 está em &OpenCurlyDoubleQuote;situação de abandono”&period;<br &sol;>&NewLine;&&num;8220&semi;Essa estrada está em condições precárias&period; Os trechos sem asfalto são complicados&comma; e a segurança é uma preocupação constante&&num;8221&semi;&comma; afirmou Joaquim&period;<br &sol;>&NewLine;Problemas nas comunidades indígenas<br &sol;>&NewLine;BR-174&comma; em Pacaraima&comma; tem longo trecho sem asfalto&comma; atoleiro e buracos na pista<br &sol;>&NewLine;Caíque Rodrigues&sol;g1 RR<br &sol;>&NewLine;A situação é ainda mais grave para quem vive ao lado da estrada&period; Na comunidade indígena Sorocaima&comma; indígenas Taurepang enfrentam o trecho em frente às casas que não é asfaltado&comma; o que compromete o transporte escolar&comma; o deslocamento dos moradores e até o atendimento médico&period;<br &sol;>&NewLine;O tuxaua Daniel Joaquim de Souza afirma que os impactos são sentidos todos os dias e que o trecho entre Sorocaima e Pacaraima é um dos mais problemáticos&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;As condições da estrada dificultam o transporte dos alunos e até os atendimentos médicos&period; Já tivemos casos de crianças com fraturas e a ambulância demorou muito para chegar”&comma; relatou&period;<br &sol;>&NewLine;Daniel destaca que o problema persiste o ano inteiro&comma; mudando apenas de forma&period; O tuxaua afirma que a comunidade depende totalmente da BR-174 para qualquer deslocamento&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;No verão&comma; a poeira causa problemas de saúde&comma; especialmente entre as crianças&comma; e no inverno a lama e os atoleiros impedem a passagem&period; Já teve ônibus escolar que ficou atolado aqui na frente da comunidade”&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Nós enfrentamos essas dificuldades há muito tempo&period; Precisamos que as autoridades olhem para a nossa realidade e façam a melhoria da estrada&&num;8221&semi;&comma; afirma&period;<br &sol;>&NewLine;Única rodovia que liga RR ao resto do país&comma; BR-174 tem longo trecho com atoleiros<br &sol;>&NewLine;Única rodovia que liga RR ao resto do país&comma; BR-174 tem longo trecho com atoleiros<br &sol;>&NewLine;Leia outras notícias do estado no g1 Roraima&period; <br &sol;><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;g1&period;globo&period;com&sol;rr&sol;roraima&sol;noticia&sol;2025&sol;12&sol;12&sol;motoristas-reclamam-de-buracos-trechos-sem-asfalto-e-risco-de-acidentes-na-br-174-em-pacaraima&period;ghtml" target&equals;"&lowbar;blank">Leia mais<&sol;a><&sol;p>&NewLine;

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