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Apoio, crítica ou cautela: como países da América Latina reagiram ao ataque dos EUA na Venezuela?

<p> <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;s2-g1&period;glbimg&period;com&sol;hjIX1z3uKuwxoEEOan3jEg6TM3A&equals;&sol;i&period;s3&period;glbimg&period;com&sol;v1&sol;AUTH&lowbar;59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a&sol;internal&lowbar;photos&sol;bs&sol;2025&sol;v&sol;7&sol;LbgdsFQ56QIfUpNFAeAw&sol;2025-12-18t153025z-1503856150-rc23jiax6rmm-rtrmadp-3-brazil-politics&period;jpg" &sol;><br &sol;> Trump divulga imagem de Nicolás Maduro a bordo do USS Iwo Jima<br &sol;>&NewLine;Líderes da América Latina dividiram-se entre apoio explícito&comma; cautela diplomática e crítica severa à ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela&comma; na madrugada deste sábado &lpar;3&rpar;&period;<br &sol;>&NewLine;O ataque resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa&comma; Cilia Flores&comma; segundo anunciou o presidente americano Donald Trump&period;<br &sol;>&NewLine;AO VIVO&colon; acompanhe as notícias mais recentes sobre o ataque<br &sol;>&NewLine;A operação fez com que governos latino-americanos&colon;<br &sol;>&NewLine;repudiassem a intervenção americana&comma; defendendo a supremacia da Venezuela &lpar;caso de Colômbia&comma; Brasil&comma; Uruguai e Cuba&rpar;&semi;<br &sol;>&NewLine;focassem no desgaste do chavismo após anos de colapso econômico&comma; violações de direitos humanos e uma crise migratória sem precedentes &lpar;Argentina&comma; Equador&comma; Panamá&comma; Paraguai e o novo governo do Chile&rpar;&semi;<br &sol;>&NewLine;ou usassem os dois argumentos acima para sustentar uma postura mais cautelosa &lpar;Peru e Boric&comma; presidente em fim de mandato no Chile&rpar;&period;<br &sol;>&NewLine;Para o cientista político Steven Levitsky&comma; da Universidade Harvard&comma; as reações seguem linhas ideológicas previsíveis&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Governos de direita tendem a aplaudir&semi; governos de esquerda tendem a condenar&period; O surpreendente seria o contrário”&comma; afirmou&period;<br &sol;>&NewLine;Países que apoiaram a ação ou comemoraram a captura<br &sol;>&NewLine;➡️Governos alinhados à direita ou críticos históricos do chavismo manifestaram apoio aberto à ofensiva ou celebraram a prisão de Maduro&period;<br &sol;>&NewLine;Argentina<br &sol;>&NewLine;O presidente da Argentina&comma; Javier Milei&comma; aliado próximo de Trump&comma; publicou mensagens e vídeos nas redes sociais elogiando a operação e novamente classificando o regime venezuelano como uma ditadura&period;<br &sol;>&NewLine;Em comunicado oficial&comma; o governo de Milei celebrou a captura de Nicolás Maduro&comma; definido pelo documento como &&num;8220&semi;o maior inimigo da liberdade no continente&&num;8221&semi;&comma; e expressou seu apoio para que Edmundo González Urrutia e María Corina Machado liderem a restauração da democracia na Venezuela&comma; após &&num;8220&semi;anos de opressão socialista&&num;8221&semi;&period;<br &sol;>&NewLine;Equador<br &sol;>&NewLine;No Equador&comma; o presidente Daniel Noboa afirmou que &OpenCurlyDoubleQuote;todos os narcochavistas criminosos terão sua hora” e declarou apoio à oposição venezuelana&period; Segundo ele&comma; o povo do país &OpenCurlyDoubleQuote;tem um aliado no Equador” para recuperar a democracia&period;<br &sol;>&NewLine;Paraguai<br &sol;>&NewLine;O Paraguai adotou um discurso ainda mais duro&period; Em comunicado oficial&comma; o governo classificou Nicolás Maduro como líder de uma organização criminosa formalmente declarada terrorista pelas autoridades paraguaias&period;<br &sol;>&NewLine;O documento afirma também que a permanência de Maduro no poder representava uma ameaça à estabilidade regional — a saída do líder abriria um caminho imediato para a restauração do Estado de Direito e para uma transição democrática baseada na vontade popular expressa nas urnas&period;<br &sol;>&NewLine;Panamá<br &sol;>&NewLine;O Panamá também se posicionou a favor de uma mudança política em Caracas&period; Em publicação nas redes sociais&comma; o presidente José Raúl Mulino afirmou que seu governo defende a democracia e o respeito aos &OpenCurlyDoubleQuote;legítimos desejos do povo venezuelano”&comma; expressos&comma; segundo ele&comma; nas urnas que elegeram Edmundo González&period;<br &sol;>&NewLine;Mulino disse ainda que o Panamá apoiará a paz e um processo de transição &OpenCurlyDoubleQuote;ordenado e legítimo”&period;<br &sol;>&NewLine;Chile &lpar;presidente eleito&rpar;<br &sol;>&NewLine;No Chile&comma; o presidente eleito José Antonio Kast comemorou a prisão de Maduro e afirmou que a captura é uma boa notícia para a América Latina&period; Segundo ele&comma; os governos da região devem atuar para desmontar todo o aparato do regime venezuelano e responsabilizar seus integrantes&period; Kast toma posse em 11 de março&period;<br &sol;>&NewLine;Países que adotaram cautela diplomática<br &sol;>&NewLine;➡️Alguns governos evitaram endossar diretamente a ação militar dos Estados Unidos&comma; mas responsabilizaram o governo Maduro pela crise venezuelana e defenderam uma transição política&period;<br &sol;>&NewLine;Peru<br &sol;>&NewLine;O Peru reafirmou o compromisso com o Direito Internacional e com a solução pacífica de controvérsias&comma; mas acusou o governo de Nicolás Maduro de&colon; violações sistemáticas de direitos humanos&comma; detenções arbitrárias e destruição do Estado de Direito&period;<br &sol;>&NewLine;Lima também alertou para o avanço do crime organizado transnacional a partir da Venezuela e afirmou estar monitorando a situação da comunidade peruana no país&period;<br &sol;>&NewLine;Chile &lpar;presidente em fim de mandato&rpar;<br &sol;>&NewLine;O Chile&comma; por meio do presidente em fim de mandato Gabriel Boric&comma; condenou o ataque&comma; mas reforçou que a saída para a crise venezuelana deve ser democrática e institucional&period; Não houve menção direta a sanções ou represálias&period;<br &sol;>&NewLine;Países que condenaram os ataques dos EUA<br &sol;>&NewLine;➡️Governos de esquerda reagiram com forte condenação à ofensiva norte-americana e apontaram violação da soberania venezuelana e do Direito Internacional&period;<br &sol;>&NewLine;Colômbia<br &sol;>&NewLine;Na Colômbia&comma; o presidente Gustavo Petro afirmou que a ação representa uma agressão à Venezuela e à América Latina e pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU&comma; do qual o país é membro&period; Petro alertou para os riscos de escalada militar e para a ameaça à estabilidade regional&period;<br &sol;>&NewLine;Brasil<br &sol;>&NewLine;O presidente do Brasil&comma; Luiz Inácio Lula da Silva&comma; disse em nota que os bombardeios em território venezuelano e a captura de seu chefe de Estado &OpenCurlyDoubleQuote;ultrapassam um limite inaceitável” e ferem princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas&period;<br &sol;>&NewLine;Ainda na publicação&comma; Lula afirmou que a ação militar desta madrugada é uma flagrante violação do direito internacional e abre espaço para um mundo de &&num;8220&semi;violência&comma; caos e instabilidade&&num;8221&semi;&period;<br &sol;>&NewLine;Uruguai<br &sol;>&NewLine;O Uruguai afirmou acompanhar os acontecimentos com &OpenCurlyDoubleQuote;atenção e séria preocupação” e rejeitou qualquer forma de intervenção militar entre Estados&period;<br &sol;>&NewLine;O governo uruguaio condenou os ataques aéreos contra instalações militares e infraestrutura civil venezuelana&comma; reafirmou o compromisso com o Direito Internacional e destacou a posição histórica da América Latina e do Caribe como uma zona de paz&period; Montevidéu informou ainda manter contato permanente com seu consulado em Caracas para acompanhar a situação de seus cidadãos&period;<br &sol;>&NewLine;Cuba<br &sol;>&NewLine;Fora da América do Sul&comma; o presidente de Cuba&comma; Miguel Díaz-Canel&comma; classificou a ofensiva dos EUA como um &OpenCurlyDoubleQuote;ataque criminoso” e acusou Washington de praticar &OpenCurlyDoubleQuote;terrorismo de Estado” contra o povo venezuelano e a América Latina&period; Ele pediu uma reação urgente da comunidade internacional e afirmou que uma região definida como zona de paz está sendo &OpenCurlyDoubleQuote;brutalmente atacada”&period;<br &sol;>&NewLine;Até a última atualização desta reportagem&comma; não havia balanço oficial de mortos ou feridos&period;<br &sol;>&NewLine;Tira-dúvidas do ataque americano à Venezuela<br &sol;>&NewLine;Abaixo&comma; tire suas dúvidas&colon;<br &sol;>&NewLine;Nicolás Maduro foi realmente capturado&quest;<br &sol;>&NewLine;Onde Nicolás Maduro está agora&quest;<br &sol;>&NewLine;Em que local Maduro será julgado&quest;<br &sol;>&NewLine;Quem governa a Venezuela neste momento&quest;<br &sol;>&NewLine;Como foi o ataque militar&quest;<br &sol;>&NewLine;Houve vítimas na operação&quest;<br &sol;>&NewLine;Qual tropa capturou Nicolás Maduro&quest;<br &sol;>&NewLine;Como Donald Trump classificou a operação&quest;<br &sol;>&NewLine;Quais acusações pesam contra Maduro&quest;<br &sol;>&NewLine;Especialistas concordam com a versão dos EUA sobre o cartel&quest;<br &sol;>&NewLine;Essa foi a primeira ação militar dos EUA na Venezuela&quest;<br &sol;>&NewLine;🔴Nicolás Maduro foi realmente capturado&quest;<br &sol;>&NewLine;Sim&comma; de acordo com o governo americano&period; Trump anunciou que Maduro e Cilia Flores foram capturados por forças americanas após a operação militar e colocados sob custódia dos EUA&comma; com destino ao sistema judicial americano&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Onde Nicolás Maduro está agora&quest;<br &sol;>&NewLine;Maduro está sob custódia dos Estados Unidos&comma; em local mantido em sigilo por razões de segurança&comma; segundo o próprio governo americano&period; Ele e a esposa serão levados em um navio de guerra até Nova York&comma; onde ocorrerá o julgamento&comma; de acordo com Trump&period;<br &sol;>&NewLine;A vice-presidente da Venezuela afirma desconhecer o paradeiro do líder e exige uma prova de vida dele e da primeira-dama&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Em que local Maduro será julgado&quest;<br &sol;>&NewLine;Maduro e esposa serão julgados em tribunal de NY&semi; paradeiro de presidente é desconhecido<br &sol;>&NewLine;O julgamento ocorrerá em Nova York&comma; no Tribunal Federal do Distrito Sul&comma; onde Maduro e Cilia Flores foram formalmente denunciados pela Procuradoria-Geral dos Estados Unidos&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Quem governa a Venezuela neste momento&quest;<br &sol;>&NewLine;Pela legislação venezuelana&comma; o poder deveria passar à vice-presidente&comma; Delcy Rodríguez&comma; em caso de ausência do presidente&period; Ainda não há confirmação oficial de que ela tenha assumido&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Como foi o ataque militar&quest;<br &sol;>&NewLine;Pedestres correm após explosões e aviões voando baixo serem ouvidos em Caracas&comma; Venezuela&comma; sábado&comma; 3 de janeiro de 2026<br &sol;>&NewLine;AP Photo&sol;Matias Delacroix<br &sol;>&NewLine;A ofensiva durou menos de 30 minutos&comma; segundo informações da Associated Press&period; Moradores relataram ao menos sete explosões&comma; voo baixo de aeronaves militares&comma; tremores e quedas de energia em áreas próximas a instalações estratégicas&period;<br &sol;>&NewLine;Pessoas correram para as ruas e relataram o ocorrido nas redes sociais&period; Não há&comma; até agora&comma; um balanço oficial de mortos ou feridos&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Houve vítimas na operação&quest;<br &sol;>&NewLine;Autoridades venezuelanas afirmam que houve mortes no país&comma; mas ainda sem números consolidados&period; Um oficial dos EUA disse que não ocorreram baixas americanas durante a operação&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Qual tropa capturou Nicolás Maduro&quest;<br &sol;>&NewLine;A captura foi realizada pela Força Delta&comma; unidade de elite do Exército dos Estados Unidos especializada em missões secretas e na prisão de alvos considerados estratégicos&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Como Donald Trump classificou a operação&quest;<br &sol;>&NewLine;Trump descreveu a ação como uma &OpenCurlyDoubleQuote;operação brilhante”&comma; resultado de intenso planejamento e da atuação de &OpenCurlyDoubleQuote;grandes tropas”&period; Disse ainda que se tratou de um ataque de grande escala&comma; conduzido em coordenação com forças militares e de segurança dos EUA&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Quais acusações pesam contra Maduro&quest;<br &sol;>&NewLine;Maduro e Cilia Flores respondem em Nova York por&colon;<br &sol;>&NewLine; conspiração para narcoterrorismo&semi;<br &sol;>&NewLine;importação de cocaína<br &sol;>&NewLine;e posse de armas de guerra&period;<br &sol;>&NewLine; O governo americano afirma que ele lidera o chamado Cartel de los Soles&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Especialistas concordam com a versão dos EUA sobre o cartel&quest;<br &sol;>&NewLine;Não plenamente&period; Analistas afirmam que o Cartel de los Soles não opera como uma organização centralizada&comma; mas como uma rede difusa de militares envolvidos no tráfico&comma; sem provas de que Maduro comande diretamente o esquema&period;<br &sol;>&NewLine;Mas há indícios de que Maduro&comma; mesmo não sendo o líder&comma; é um dos principais beneficiários de uma &OpenCurlyDoubleQuote;governança criminal híbrida” que ele mesmo ajudou a instalar no país&period;<br &sol;>&NewLine;Para Jeremy McDermott&comma; cofundador e codiretor do InSight Crime &lpar;fundação que estuda o crime organizado nas Américas&rpar;&comma; Maduro e os chavistas não controlam o tráfico&comma; mas distribuem concessões a militares e aliados&comma; em troca de sua manutenção no poder&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação<br &sol;>&NewLine;🔴Essa foi a primeira ação militar dos EUA na Venezuela&quest;<br &sol;>&NewLine;Não&period; Antes da captura&comma; os EUA já haviam realizado ataques com drones&comma; ações contra embarcações suspeitas de narcotráfico e operações contra navios petroleiros venezuelanos&comma; ampliando a pressão econômica e militar sobre o país&period;<br &sol;>&NewLine;Voltar ao menu de navegação <br &sol;><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;g1&period;globo&period;com&sol;mundo&sol;noticia&sol;2026&sol;01&sol;03&sol;apoio-critica-ou-cautela-como-paises-da-america-latina-reagiram-ao-ataque-dos-eua-na-venezuela&period;ghtml" target&equals;"&lowbar;blank">Leia mais<&sol;a><&sol;p>&NewLine;

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