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Governo Lula vê desordem global no ataque à Venezuela; Planalto avalia que Trump faz negócios com a ofensiva e monitora eventual risco à eleição no Brasil

<p> <img src&equals;"https&colon;&sol;&sol;s2-g1&period;glbimg&period;com&sol;IKNFCURMjHFDxOQHiHSEdss5Mlo&equals;&sol;i&period;s3&period;glbimg&period;com&sol;v1&sol;AUTH&lowbar;59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a&sol;internal&lowbar;photos&sol;bs&sol;2025&sol;M&sol;I&sol;hcvStyQ8at8DpQcewmHw&sol;getattachmentthumbnail&period;png" &sol;><br &sol;> Integrantes do governo do presidente Lula &lpar;PT&rpar; avaliam como grave e preocupante o episódio envolvendo a Venezuela por representar o uso direto da força com objetivo político na América do Sul — algo que&comma; segundo interlocutores do Planalto&comma; não ocorria no continente desde o século 20&period;<br &sol;>&NewLine;📱 Acesse o canal da Sadi no WhatsApp<br &sol;>&NewLine;A leitura interna é de que o ponto central da crise não está no método da operação&comma; nem no uso de tecnologia ou de algoritmos de localização associados ao regime de Nicolás Maduro&comma; mas no precedente político e geopolítico aberto pela ação americana&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;O aspecto tecnológico é secundário&period; O grave é o uso da força na América do Sul para fins políticos”&comma; resume um auxiliar direto do presidente&period;<br &sol;>&NewLine;Segundo fontes do governo&comma; não houve sequer tentativa de construção de uma narrativa justificadora&comma; como ocorreu em outros conflitos internacionais&period; A comparação feita nos bastidores é com o Iraque de Saddam Hussein&colon; ainda que controversa&comma; a invasão americana foi precedida por um discurso formal de legitimação&period; Neste caso&comma; avalia o Planalto&comma; não há disfarce nem pretexto&period;<br &sol;>&NewLine;Veja os vídeos que estão em alta no g1<br &sol;>&NewLine;A preocupação central do governo brasileiro é que o episódio esteja ligado à disputa por recursos naturais&comma; sobretudo petróleo&period; Interlocutores avaliam que Trump pode&comma; depois&comma; ampliar esse interesse para urânio e minerais críticos&comma; o que abriria caminho para novas ações semelhantes no futuro&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Hoje é petróleo&period; Amanhã pode ser urânio&comma; minerais estratégicos&period; Isso é o que assusta”&comma; diz um assessor de Lula&period;<br &sol;>&NewLine;O tema ganha peso adicional para o Brasil porque o país faz fronteira com dez nações e tem na Venezuela um vizinho direto&period; Embora o governo Lula não tenha sido entusiasta do processo eleitoral venezuelano&comma; a posição oficial é de que se trata de um país amigo&comma; cuja instabilidade afeta diretamente a região&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Não é uma defesa do Maduro&period; É defesa da soberania dos povos e da estabilidade regional”&comma; complementa esse auxiliar&period;<br &sol;>&NewLine;No Palácio do Planalto&comma; também há uma leitura cautelosa sobre o papel dos Estados Unidos&period; Auxiliares avaliam que o presidente Donald Trump&comma; favorito no campo republicano&comma; age menos por ideologia e mais por lógica de negócio&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Ele não quer saber de democracia ou da Corina&period; Quer saber com quem pode negociar&period; Quer fazer um bom negócio — e disso dependem as próximas ações dele em outros lugares”&comma; afirma uma fonte do governo&period;<br &sol;>&NewLine;Na avaliação interna&comma; uma eventual transição política na Venezuela poderia&comma; do ponto de vista de Trump&comma; atrapalhar acordos econômicos&comma; o que explicaria uma postura ambígua&period; O governo brasileiro também insere o episódio em uma disputa mais ampla com a China&comma; envolvendo energia&comma; comércio e influência na América Latina&period;<br &sol;>&NewLine;Para o Planalto&comma; o avanço da extrema direita global — simbolizada por figuras como Steve Bannon&comma; ex-estrategista de Donald Trump — não reduz os riscos&comma; mas contribui para um cenário de instabilidade&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;O mundo está sem ordem&period; Já não sabemos claramente o que é certo ou errado”&comma; resume um auxiliar presidencial&period;<br &sol;>&NewLine;A conclusão no governo Lula é que o episódio é inédito na forma&comma; perigoso no precedente e um sinal claro de que as regras tradicionais do sistema internacional estão sendo corroídas&period;<br &sol;>&NewLine;O blog conversou com o assessor especial da Presidência para assuntos internacionais&comma; Celso Amorim&comma; que reforçou essa leitura e afirmou que&comma; para o Brasil&comma; o ponto mais grave é o uso da força na América do Sul&period;<br &sol;>&NewLine;Sobre eventuais reflexos no Brasil&comma; auxiliares dizem que uma possível interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral dependerá do tipo de interesse que Trump venha a buscar no país&period;<br &sol;>&NewLine;Nos bastidores&comma; auxiliares do presidente relatam que o governo brasileiro tem adotado uma estratégia de extrema cautela diante da crise&period;<br &sol;>&NewLine;Expectativa do governo brasileiro é que o encontro entre Trump e Lula aconteça no domingo &lpar;26&sol;10&rpar;&comma; às margens da cúpula da Asean na Malásia<br &sol;>&NewLine;Getty Images <br &sol;><a href&equals;"https&colon;&sol;&sol;g1&period;globo&period;com&sol;politica&sol;blog&sol;andreia-sadi&sol;post&sol;2026&sol;01&sol;05&sol;governo-lula-venezuela-desordem-trump-eua-eleicao-brasil&period;ghtml" target&equals;"&lowbar;blank">Leia mais<&sol;a><&sol;p>&NewLine;

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