<p><strong>Ao todo 57 ônibus de uma mesma empresa de transporte coletivo, a Urbi Mobilidades, foram atacados e depredados na noite desta quinta-feira (15), em várias regiões do Distrito Federal. As circunstâncias dos ataques ainda estão sendo investigadas.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1675190&;o=rss" style="width:1px;height:1px" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1675190&;o=rss" style="width:1px;height:1px" /></p>
<p>Segundo a Secretaria Distrital de Segurança Pública, os primeiros ataques foram comunicados às forças de segurança por volta das 20h de ontem. “O gerenciamento da ocorrência se estendeu até aproximadamente 23h, com o monitoramento contínuo da situação e adoção das medidas cabíveis”.</p>
<p>Em depoimento à Polícia Civil, motoristas e cobradores relataram que os ônibus foram atingidos por pedras, bolas de gude e outros objetos que quebraram janelas e atingiram a carroceria dos veículos. </p>
<p>“Fomos surpreendidos com a ação criminosa e violenta contra o transporte público”, declarou o secretário distrital de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. Segundo ele, o ataque aos ônibus da Urbi foi “uma ação orquestrada” que atingiu usuários e que poderia ter causado uma tragédia.</p>
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<p>“Entendemos que isto é uma ação de retaliação, devido à demissão de três colaboradores da empresa e que pode estar ligado a um grupo dissidente do Sindicato dos Rodoviários”, acrescentou o secretário, garantindo que ônibus da frota reserva foram utilizados esta manhã, de maneira que, segundo ele, os usuários não foram afetados.</p>
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<p>A reportagem da <strong>Agência Brasil </strong>não conseguiu contato com representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Terrestres do Distrito Federal (Sittrater), nem da Urbi Mobilidades</p>
<p><strong>Ainda de acordo com a secretaria, ninguém ainda tinha sido preso até as 15h de hoje, mas suspeitos de participação da ação foram identificados</strong>. Preventivamente, a Polícia Militar intensificou o patrulhamento nas imediações das garagens da Urbi Mobilidades, especialmente nas das regiões administrativas Recanto das Emas e Samambaia, onde os veículos da empresa são habitualmente recolhidos.</p>
<p>Além disso, a secretaria instituiu um grupo de gerenciamento de crise junto com as polícias Civil e Militar; Secretaria de Transporte e Mobilidade; serviços distritais de inteligência e com representantes da Urbi.</p>
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