Na noite de segunda-feira passada, o Vasco anunciou a rescisão do contrato do volante Zé Gabriel, que estava fora dos planos da comissão técnica de Fábio Carille e vinha treinando separado. Foi uma rescisão unilateral, e o ge vai explicar nesse texto os motivos que levaram o clube a tomar essa decisão.
Zé Gabriel, 26 anos, tinha vínculo com o Vasco até dezembro, mas o contrato do jogador havia se tornado uma dor de cabeça para o clube por causa dos valores de salários e luvas que precisavam ser pagos ao volante.
Quando renovou com Zé Gabriel em dezembro de 2023, o Vasco estipulou um salário hoje considerado fora da curva pela atual gestão e se comprometeu a repassar aproximadamente R$ 5 milhões em luvas, com o pagamento diluído nos dois anos do contrato. O clube ainda deve cerca de R$ 3 milhões.
O volante atuou nos primeiros jogos do Campeonato Carioca, mas foi deslocado para horários alternativos de treinamento depois da reapresentação do elenco principal. Sua última partida foi no empate sem gols com o Bangu, no dia 16 de janeiro.
O Vasco estava aberto a propostas e priorizava a saída em definitivo do jogador. O Coritiba, clube pelo qual Zé Gabriel atuou emprestado na temporada passada, tinha interesse em renovar empréstimo, mas não houve acordo entre os clubes para fechar negócio. Para emprestá-lo novamente, a diretoria vascaína era irredutível sobre as condições: a nova equipe teria que arcar com 100% dos salários e com pagamento pendente das luvas.
Zé Gabriel recebeu sondagens, mas nenhum clube aceitou pagar o que ele ganha no Vasco. O jogador também não sinalizou a possibilidade de abrir mão do que ainda tinha para receber contratualmente.
No Vasco, a avaliação interna é de que Zé Gabriel “sentou no contrato”. Caso acione o clube na Justiça, o jogador terá que entrar na fila dos credores do regime de recuperação judicial.
Pego de surpresa
Por outro lado, Zé Gabriel e seus representantes afirmam que foram pegos de surpresa com a nota divulgada pelo Vasco na segunda passada.
Clube e jogador já conversavam sobre a possibilidade de uma rescisão, mas, em contato com o ge, o estafe do volante disse que não esperava a divulgação de um comunicado sem que antes chegassem a um acordo.
Zé Gabriel entende que fez a sua parte, que se dedicou nos treinos e que só não foi para outro clube pelas condições impostas pelo Vasco para fechar negócio. Sem clube, ele agora estuda as medidas cabíveis diante da rescisão unilateral do seu contrato.
Fonte: ge
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